segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dado nega contato com Sport, e quer garantir títulos no Paysandu

Especulado na imprensa pernambucana como nome forte no Sport, que demitiu Falcão há cinco dias, o técnico do Paysandu Dado Cavalcanti afirmou após a classificação à final da Copa Verde que não recebeu nenhuma sondagem, tampouco seus empresários. O técnico revelou foco absoluto no Papão, que terá duas decisões pela frente.   
– Não recebi nada, nenhuma sondagem do Sport. Nem eu e nem meus empresários. Temos duas finais pela frente (estadual e Copa Verde) e a vitória de hoje não dá tranquilidade, mas temos que buscar os títulos. Aí sim ficarei feliz e teremos o que comemorar. Por enquanto é trabalhar e manter o foco no Papão – disse o treinador.   
Cavalcanti, que completa um ano e dois meses no comando bicolor nas próximas semanas, também falou sobre o planejamento para a Série B do Brasileiro, inclusive comentou sobre contratações.   
– Não posso dizer que estou totalmente satisfeito com o time, a gente nunca está satisfeito. O que temos é um padrão tático, os atletas sabem o que fazer e como fazer. Agora em nível de planejamento, isso está bem definido. Sobre contratações, estamos vendo desde o final de fevereiro. Assim que assinarem contrato serão divulgados – resumiu.
**Fonte GloboEsporte/PA

domingo, 24 de abril de 2016

PRINCIPAIS LANCES PAYSANDU 4X2 REMO COPA VERDE 23-04-16


Bicola faz a festa

Em um jogaço, Papão derrota o Leão por 4 a 2 e agora enfrenta o Gama-Df na grande final da Copa Verde

"É bicolor! Ô ô ô ô... É bicolor!” Esse foi o grito que ecoou no Mangueirão após o final do jogo de volta da semifinal da Copa Verde, após a vitória maiúscula do Paysandu diante do Remo, por 4 a 2, ontem. O Papão, mesmo jogando pelo empate, não precisou da vantagem, despachou o maior rival e está classificado pela segunda vez para a final da Copa Verde em três anos de competição. Com um time bem compactado, o Paysandu levou uma pressão do Remo em alguns momentos do jogo, mas soube aproveitar os contra-ataques e saiu de alma lavada do Mangueirão. Agora o Papão terá pela frente o Gama-DF, que se classificou diante do Aparecidense-GO - apesar da derrota por 2 a 1 no jogo de volta, ontem, no Bezerrão. As finais estão marcadas para os dias 4 e 11 de maio.
O primeiro tempo do clássico Re-Pa de número 737 foi de emoção do início ao fim. O Paysandu com a vantagem do empate e o Remo precisando vencer por dois gols para conquistar a classificação, ingredientes que foram colocados à mesa logo no primeiro tempo. A equipe remista foi quem chegou primeiro com Alisson pela direita. O jogador cruzou rasteiro e o atacante Luiz Carlos “Imperador”, sozinho, mandou para fora. O Remo era “patrão” do jogo e tinha mais posse de bola, mas o Paysandu era muito perigoso nas suas descidas ao ataque. A primeira chance de perigo bicolor foi com Fabinho Alves, que saiu driblando os defensores do Remo e chutou forte, para a boa defesa de Fernando Henrique.
Já acostumados a se enfrentar este ano, as duas equipes não ficaram naquele jogo morno, muito pelo contrário, a partida começou a “pegar fogo” com chances perdidas de ambos os lados. O Remo atacou com Ciro pela esquerda, que cruzou, Marco Goiano deu um toque na bola e Emerson, de ponta de dedo, operou um milagre e livrou o Papão de tomar o primeiro gol. Já pelo lado alviceleste, a descida ao ataque foi fatal. Boa jogada de Celsinho: o meia entrou na área e foi derrubado por Alisson. O árbitro Joelson Nazareno não titubeou e marcou a penalidade. Na cobrança o atacante Betinho deslocou Fernando Henrique, bola para um lado, arqueiro para o outro e Papão na frente do placar, 1 a 0, aos 28 minutos.
O Remo sentiu o gol sofrido, tanto que demorou para se encontrar novamente na partida. Por outro lado, o Paysandu quase ampliou com Pablo, que recebeu um presente da zaga remista e, dentro da área, de frente para o gol, chutou para fora. O Leão voltou ao ataque pelo lado direito com Levy, que recebeu no bico da grande área e chutou, a bola caprichosamente bateu na trave.
As duas equipes ficaram sem seu artilheiros quase que no mesmo minuto. Luiz Carlos, do Remo,  sentiu uma contusão e foi substituído pelo atacante Sílvio. Pelo lado bicolor o atacante Betinho também foi substituído, após lesão na coxa. Leandro Cearense entrou no seu lugar.
Com a entrada de Sílvio, o atacante Ciro saiu da ponta e começou a jogar centralizado, com isto o Remo ganhou mais velocidade nas jogadas pelas laterais. E já no fim do primeiro tempo o Leão chegou ao empate. Cruzamento de Sílvio pela esquerda e o zagueiro Fernando Lombardi, do Paysandu, escorou contra o próprio gol. Tudo igual no Mangueirão, Remo 1 x 1 Paysandu.
Na segunda etapa o Paysandu voltou modificado. O técnico Dado Cavalcanti colocou o volante Rodrigo Andrade no lugar de Raphael Luz. O jogo continuou eletrizante, com o Paysandu mais perigoso nas suas investidas no ataque. O Paysandu pressionava demais o Remo, já o time remista tentava explorar os contra-ataques, mas o Papão pulou à frente com Rodrigo Andrade, o jovem da base bicolor aproveitou o escanteio e a falha da zaga remista e só teve o trabalho de empurrar para o gol. Papão 2 a 1.
O Remo perdeu o atacante Sílvio, com uma contusão, que deu lugar ao João Victor. O Leão não se entregou e chegou ao empate após cruzamento de Levy, a bola passou pelo goleiro Emerson e Ciro, de cabeça, empatou tudo no Olímpico. 2 a 2.
Mas o Papão estava impossível em campo e as coisas melhoraram com a expulsão do zagueiro Max. Com um a mais o Papão se aproveitou do desespero azulino e em um contra-ataque puxado por Leandro Cearense a bola foi tocada até Raí, que bateu na saída de Fernando Henrique. Papão 3 a 2.
Com a vantagem no placar, o Paysandu tocou a bola, gastando o tempo. O Remo já não se encontrava em campo e não conseguiu reagir. Pelo lado do bicolor, o jogo foi decidido na reta final com mais um gol de Raí, que puxou o contra-ataque, tirou a zaga remista e bateu forte, rasteiro, no canto direito de Fernando Henrique, fechando o “caixão” remista e dando números finais ao jogo com o placar de 4 a 2.
**Fonte JAmazonia

Mesmo podendo empatar, Papão vence por 4 e vai à final

Paysandu agora pega o Gama em mais uma final entre paraenses e brasilienses

Ele tinha a vantagem do empate, levar a decisão para os pênaltis caso perdesse por um gol de diferença, mas o Papão da Curuzu foi além. Diante do maior rival e de muita festa das torcidas no Mangueirão, fez 4 x 2 no maior rival e chegou a mais uma final da Copa Verde.
O jogo foi eletrizante, com boas chances de gols para os dois, a diferença é que o Paysandu conseguiu aproveitar melhor suas chances. Abriu o marcador com gol de pênalti de Betinho, o Remo empatou no último minuto da primeira etapa após Fernando Lombardi fazer contra.
No segundo tempo muita correria, jogadas de perigo para ambos os lados e mais gols. O segundo do Papão foi aos 18, o Remo voltou a empatar aos 25 e após a expulsão do zagueiro Max, aos 33 e aos 40 Raí fechou o caixão: 4 x 2 para o Paysandu.
1º tempo quente e melhor para o Remo - Apesar do Paysandu ter ficado em vantagem diante do Remo por quase toda a primeira etapa da partida, os 45 minutos iniciais foram marcados por boas chances de gol para o Leão. A primeira boa oportunidade do Leão foi aos quatro minutos quando Eduardo Ramos fez bela abertura de bola para Alisson, que cruzou para Luiz Carlos chutar por cima da meta de Emerson, levando bastante perigo.
O Paysandu reagiu aos sete minutos com bom avanço pela esquerda e chute forte de Fabinho Alves mas com boa defesa de Fernando Henrique. Aos nove, mais um bom ataque do Leão. Chicão fez bela jogada pela direita, cruzou para a área para Marco Goiano tocar no cantinho e Emerson saltar bonito para tirar a bola com a ponta dos dedos.
O jogo continuou com várias tentativas de ataque para ambos mas sem perigo real aos goleiros. Com 22 minutos, Eduardo Ramos bateu falta na intermediária, mas Emerson espalmou a bola.
O balde de água fria no time azulino foi aos 29 minutos. Após boa jogada do Paysandu, Celsinho recebeu boa bola de Betinho e acabou derrubado na área. Pênalti para o Paysandu. Muita reclamação por parte dos jogadores do Remo mas Betinho foi para a batida e não desperdiçou a chance, abrindo o placar para a equipe bicolor.  
Aos 34 o Remo teve mais um boa chance para por a bola na rede. Chicão fez boa jogada com Silvio pela esquerda, rolou para Eduardo Ramos, Levy dá um chutão que explodiu na trave de Emerson. Quatro minutos depois, Marco Goiano cobrou falta e por pouco Ciro não acertou o gol.
No último minuto dos acréscimos Silvio fez bom cruzamento e Fernando Lombardi bateu com a cabeça na bola e fez contra o gol de empate do Leão.
2º tempo eletrizante e arrasador - A etapa final da partida foi eletrizante. O Remo voltou disposto a fazer o seu melhor e vencer o rival. Aos cinco minutos Eduardo Ramos fez bom cruzamento e Marco Goiano cabeceou em cima de Emerson. Aos 16, Ciro disparou pela esquerda, pedalou na frente do zagueiro mas acabou ganhando apenas escanteio.
Mas quem tornou a fazer gol por primeiro foi o Paysandu. Após cobrança de de escanteio, Raí cobrou na cabeça de Rodrigo Andrade que meteu para o fundo da rede.
Aos 25 minutos, Levy fez bela jogada pela lateral direita após bom passe de Eduardo Ramo, cruzou para Ciro que fez de cabeça o gol do segundo empate remista e incendiou o time que foi para o ataque e teve as melhores oportunidades de gol.
Mas o que seria a chance de uma reviravolta para o Remo acabou quando Max fez falta feia em Leandro Cearense, levou o segundo amarelo no jogo e acabou expulso. Daí em diante o Paysandu tomou as rédeas da partida, sempre nos contra-ataques, fez o terceiro com Raí aos 33 após cruzamento de Leandro Cearense e o quarto aos 40 após receber mais um cruzamento, pedalar sobre o marcador e mandar no cantinho direito de Fernando Henrique.
O Remo  ainda tentou atacar mas o árbitro nem ajudou nós acréscimos, encerrando a partida aos 45 do segundo tempo. Festa bicolor no Mangueirão. 
A final da Copa Verde 2016 acontece nos dias 4 e 11 de maio. Na próxima segunda-feira (25), em sorteio, será definido o mando de campo para os dois jogos.
**Fonte ORMNews

Diretoria anuncia de forma oficial três novos reforços para a Série B


A Diretoria do Paysandu iniciou os trabalhos em busca de reforços para a Série B do Campeonato Brasileiro, e dentre os atletas que já estão acertados com a equipe bicolor, dois já chegaram em Belém e já estão realizando exames médicos e físicos. Trata-se do atacante Alexandro, de 29 anos, ex-Ponte Preta, e do zagueiro Domingues, de 27 anos, vindo do Novorizontino.
Natural de Cabro Frio-RJ, o novo atacante do Paysandu iniciou a sua carreira profissional na Cabofriense. De lá, o atleta passou pelo Botafogo, América-RJ, Resende, Duque de Caxias, Santa Cruz, Náutico, Macaé, Tupi, Bangu, Icasa, Penapolense, Bahia e Ponte Preta, seu último clube. Ele ainda jogou no futebol dos Emirados Árabes e da Coreia do Sul.
Já o novo zagueiro bicolor, iniciou a sua carreira profissional no União Rondonópolis, passando depois pelo Vilhena, Penapolense, Botafogo-SP, Joinville e o Grêmio Novorizontino, antes de, agora, vestir as cores do Papão.
Alexandro lembrou os jogos em que disputou contra o Paysandu aqui em Belém, quando ainda era jogador do Bahia. Ele ainda falou sobre sua expectativa para este ano com a camisa bicolor. “Ano passado tive a oportunidade de jogar contra o Paysandu. Jogar contra o clube e a torcida aqui em Belém é muito difícil e estou me sentindo muito bem aqui. Espero corresponder dentro de campo com vontade, raça e gols. Tenho certeza de que esse ano vai ser de muitas conquistas para o Paysandu e vamos buscar esse acesso para o Papão”, disse.
O zagueiro Domingues falou sobre a oportunidade que tem de jogar com a camisa bicolor, e afirma que irá jogar com raça e para ajudar o Paysandu a conquistar seus objetivos. “É uma oportunidade de ouro que estou agora tendo aqui dentro do Paysandu. No ano passado acabamos ficando na porta, mas neste ano tenho a certeza de que vamos fazer diferente e conquistar esse acesso para o Papão. A torcida aqui é apaixonada e com certeza é a maior do Norte. Vou jogar com raça e com o objetivo de ajudar o clube a conquistar o acesso”, afirmou.
Além da chegada do atacante Alexandro e do zagueiro Domingues, a Diretoria do Paysandu anuncia oficialmente a volta do volante Jhonnatan, de 24 anos. O jogador estava no Ceará, onde iniciou a sua temporada, e disputou o Campeonato Cearense e a Copa do Nordeste. Jhonnatan ganhou destaque após disputar a Série B do ano passado com a camisa do Paysandu.
Sobre a sua volta, o volante bicolor diz estar feliz em retornar ao Papão, onde ele disse estar motivado com o objetivo de subir o Paysandu para a Série A. “Estou feliz em vestir novamente a camisa do Paysandu e fica aqui o meu agradecimento ao Presidente Alberto Maia por acreditar no meu trabalho. Também estou muito motivado em ajudar o Paysandu no seu objetivo de subir para a Série A”, disse o jogador.
O jogador ainda agradeceu o carinho recebido por todos os torcedores, onde segundo o próprio Jhonnatan, foi um dos fatores fundamentais para o seu retorno ao Paysandu. “Eu agradeço o carinho dos torcedores comigo, onde eu fui muito bem recebido por todos do clube. Isso me motivou muito para que eu pudesse voltar, e deixo meu recado ao torcedor, que acredite em todos que estão trabalhando aqui dentro, pois essa combinação entre os jogadores e a torcida vai levar o Paysandu de volta para a Série A”, finaliza.
Os atletas realizam exames médicos e físicos no Estádio da Curuzu. Após a conclusão desta etapa, os dois assinarão os seus contratos com o Paysandu. 
**Fonte Site Oficial do Paysandu

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Dado lamenta queda no 2º tempo, explica mexidas, mas comemora folga

Mesmo com um grande número de desfalques para a partida contra o Águia – foram 13, entre lesionados e poupados – chegou a parecer que o Paysandu teria uma tarde atípica do Estádio Zinho Oliveira: um duelo tranquilo contra a equipe marabaense. O Papão chegou a abrir 2 a 0 com Leandro Cearense, mas, no segundo tempo, o Azulão cresceu no jogo e acabou conseguindo o empate, encerrando as chances bicolores de classificação à semifinal da Taça Estado do Pará.
Depois de um primeiro tempo razoavelmente tranquilo para o time alviceleste, a situação começou se inverter na etapa final. Com a lesão do volante Rodrigo Andrade, Dado Cavalcanti foi obrigado a improvisar o zagueiro Mauro no setor. O mesmo ocorreu com a saída de Crystian, em que outro zagueiro, Flávio, teve que atuar na latera-direita. A equipe ficou desfigurada e se deixou envolver pelo Águia de Marabá.
– A gente iniciou bem o jogo, dominou, estivemos bem postados e com mais posse de bola. Voltamos equilibrado para o segundo tempo equilibrados, fizemos o segundo gol, mas surpreendente deixamos nos envolver pela pressão do Águia. Tivemos problemas nas substituições, pois não tínhamos muitas opções ofensivas no banco. Tive que fazer improvisos, mas o Águia foi feliz e acabou empatando o jogo. O Ramon, que estava no banco, seria a escolha óbvia para o lugar do Crystian, mas vi que o jogo estava muito pegado e não quis coloca-lo “no fogo”, por isso coloquei um jogador de mais porte físico, o Flávio – explicou o técnico do Paysandu.
Apesar de estar fora do segundo turno do Parazão, o Paysandu ainda pode ser campeão estadual este ano, já que venceu o primeiro turno, a chamada Taça Cidade de Belém. Os bicolores estão, então, garantidos na Taça Açaí, a finalíssima da competição, contra o vencedor da Taça Estado do Pará. Por isso, Dado Cavalcanti comemorou a folga na tabela. 
– O resultado acaba que teve seus benefícios. Temos um jogo importante na quinta-feira (contra o Rio Branco-AC, pela Copa Verde), em que cinco jogadores devem retornar ao time. Sem outro jogo importante no final de semana que vem, a gente pode ter um tempo a mais para recuperar o grupo e focar nas decisões da Copa Verde e, depois, a Taça Açaí – analisou.
**Fonte GloboEsporte/PA

Papão abre 2 a 0 sobre o Águia, mas cede o empate no final e está fora das semifinais do parazão

Não deu para o Paysandu conseguir a tão sonhada classificação às semifinais do returno do Campeonato Paraense. O time bicolor empatou por 2 a 2 com o Águia, em uma partida bastante corrida, e ficou de fora da segunda fase e, assim, tentar conquistar o Parazão de forma direta, sem precisar da decisão da Taça Açaí. Para o Azulão, o empate teve gosto de alívio, já que o time marabaense se livrou do rebaixamento e se manteve na elite do futebol paraense em 2017.
Cheio de desfalques, precisando vencer fora de casa e torcer por um tropeço do Paragominas diante do Cametá.  Essa era a “missão” do Paysandu na última rodada do segundo turno do Campeonato Paraense. O técnico Dado Cavalcanti bateu cabeça para montar o time para a partida. Com as ausências de peças importantes, como Celsinho, Raphael Luz e os atacantes Betinho e Bruno Veiga, o treinador bicolor não contou ainda com Pablo, Ricardo Capanema, Augusto Recife, Marcelo Costa e Fabinho Alves, poupados por cansaço muscular.
Mesmo jogando fora de casa, o Paysandu foi absoluto no primeiro tempo. A primeira oportunidade bicolor foi logo no início, com o atacante Leandro Cearense, que recebeu na entrada da área, pelo lado esquerdo, tirou a marcação e bateu forte, mas a bola subiu um pouco e saiu. O Águia, precisando da vitória para escapar do rebaixamento, quase não oferecia perigo ao gol do Paysandu e tentava apenas cruzamentos na área, mas sem objetividade nenhuma.
A equipe bicolor voltou a atacar com a dupla Wanderson e Leandro Cearense, que se deram bem, mesmo com os dois nunca terem atuado juntos. Wanderson recebeu Leandro Cearense na entrada da área e arriscou o chute, mas a bola passou ao lado do goleiro Bruno Colaço. Já o Azulão chegou com mais perigo em chutes de fora da área, um com o atacante Valdanes e outro de Flamel, em cobrança de falta, mas as duas chances pararam no goleiro Emerson.
Sem muito poder de criação no meio de campo, o Paysandu rifava a bola em algumas situações de jogo. E em um chutão feito lá da zaga bicolor se transformou em passe para o atacante Wanderson, que contou com a falha da zaga do Águia, recebeu, entrou na área, mas foi derrubado pelo goleiro do Azulão. O árbitro Nadilson dos Santos assinalou o pênalti. O atacante Leandro Cearense cobrou forte, no canto direito, e abriu o placar para o Papão. Paysandu 1 a 0, aos 26 minutos.
Com o gol, a equipe bicolor gostou da partida e teve a chance de ampliar em um contra-ataque rápido puxado por Leandro Cearense que cruzou, o volante Ilaílson apareceu na área como homem surpresa, tirou a marcação, mas concluiu em cima do goleiro do Águia, Bruno Colaço. A primeira etapa terminou com a vitória bicolor por 1 a 0.
Na volta do intervalo o técnico João Galvão, do Águia, mexeu na equipe. Saiu o atacante Valdanes e entrou Thiago. Logo no início o Azulão quase empatou a partida com Flamel, que recebeu na entrada da área e chutou, mas o goleiro Emerson praticou bela defesa. Mas em um vacilo da zaga do Águia, foi o Paysandu que marcou mais um. Em boa jogada pela direita, Wanderson cruzou, a bola passou da zaga do Águia, mas não passou de Leandro Cearense, que sozinho, no segundo pau, escorou de cabeça e marcou o segundo dele e o segundo gol do Papão na partida. Paysandu 2 a 0, aos três minutos da segunda etapa.
Precisando do resultado, o Águia não se abateu e começou a atacar o Paysandu. Foi então começou a aparecer a “estrela” do goleiro Emerson. Foram pelo menos três defesas salvadoras que livraram o Paysandu. Mas  o goleiro não conseguiu segurar o toque de letra de Flamel, que recebeu cruzamento na área e deu um toque maroto e morreu nas redes do Paysandu, aos 24 minutos.
O jogo ganhou em emoção e o Águia foi para cima e encurralou o Paysandu no seu campo de defesa. O Papão por sua vez, pouco ia ao ataque e se desfazia da bola. Tentando dar uma movimentação melhor à equipe, Dado Cavalcanti botou Jhon César no posto de Wanderson, além de Mauro no lugar de Rodrigo Andrade, mas foi o Azulão que melhorou na partida. Precisando pontuar para não cair para segunda divisão do Parazão, o time marabaense se lançou ao ataque desesperadamente.
Já na reta final da partida o Águia aplicou uma “blitz” na defesa bicolor. Um verdadeiro bombardeio ocorreu, com o Águia colocando três bolas na trave. E em um lance de perigo, a bola sobrou na área e Thiago, do Águia, foi derrubado por Pablo Wallace. O árbitro Nadilson dos Santos marcou o pênalti. Após muita reclamação dos atletas bicolores, Flamel, sempre ele, foi para a cobrança e deslocou o goleiro Emerson, bola para um lado, arqueiro para o outro e 2 a 2 no placar. Isso aos 45 minutos.
Mas ainda deu tempo do volante Ilaílson ser expulso, após cometer falta dura no meio-campo, e recebeu seu segundo amarelo e consequentemente o cartão vermelho. A partida terminou por 2 a 2, com o Paysandu eliminado do returno e o Águia salvo do rebaixamento. Para o Paysandu o foco agora é a Copa Verde, já que o Papão encara o Rio Branco na próxima quinta-feira (14), na Arena da Floresta, no Acre-AC, pelo jogo de volta da competição. Vale lembrar que o Papão precisa apenas de um empate para conseguir a classificação às semifinais da Copa Verde. Já o Azulão encerrou sua participação no Parazão 2016 vai planejar seu elenco para Série D do Campeonato Brasileiro.
**Fonte JAmazonia

domingo, 10 de abril de 2016

Ficha do Jogo: Águia de Marabá X Paysandu


Paysandu X Aguia de Maraá
Campeonato Paraense
2ª Turno  5ª Rodada

Local: Zinho de oliveira

Hora: 16h
Data: 10.04
Ingressos:

Arbitro:  Nadilson Sousa dos Santos

Auxiliares:  Diorgenes Meneses Serrão e Ederson Brito de Albuquerque

AGUIA

Bruno Colaço; Léo Carioca, Charles, Bernardo e Edinaldo; Mael, Marlon, Geovane e Flamel; Valdanes e Joãozinho
Técnico: João Galvão

PAYSANDU
Emerson; Crystian, Fernando Lombardi, Gilvan e Lucas; Ilaílson, Rodrigo Andrade, Bruno Smith e John César; Wanderson e Leandro Cearense.
Tecnico: Dado cavalcanti

Paysandu terá 13 desfalques para a "decisão" contra o Águia de Marabá

Problemas, muitos problemas. Após a partida contra o Rio Branco, pela Copa Verde, o técnico Dado Cavalcanti disse que o clube chegaria forte na reta final da própria competição e do Campeonato Paraense. Porém, ainda segundo ele, o Papão enfrentaria mais dificuldades de desfalques até o momento decisivo dos torneios. Diante do Águia de Marabá, por exemplo, o treinador não poderá contar com 13 jogadores.
Na lista de relacionados para o confronto contra o Águia, cinco atletas que foram titulares diante do Rio Branco no meio da semana não jogam: o zagueiro Pablo, o lateral direito Roniery, os volantes Ricardo Capanema e Augusto Recife, além do atacante Fabinho Alves. Em contato com a reportagem do GloboEsporte.com na manhã deste sábado, a assessoria de imprensa informou que todos eles foram poupados por cansaço muscular.
Eles se juntam a outra extensa lista de jogadores que se recuperam de problemas médicos: o lateral esquerdo Raí, o volante Paulinho, os meias Vélber, Celsinho, Marcelo Costa e Raphael Luz, e os atacantes Betinho e Bruno Veiga.
Para o embate contra os marabaenses, Dado terá dificuldades para definir a equipe titular. No grupo relacionados para o confronto, apenas dois volantes de origem: Ilaílson e Rodrigo Andrade. No ataque, nova “carência”: Wanderson e Leandro Cearense.
Com os problemas, o técnico Alviceleste deve formar o time principal com Emerson; Crystian, Fernando Lombardi, Gilvan e Lucas; Ilaílson, Rodrigo Andrade, Bruno Smith e John César; Wanderson e Leandro Cearense.
O Paysandu enfrenta o Águia de Marabá em busca de uma vaga nas semifinais do segundo turno do Parazão. Os bicolores jogam a partir das 16h deste domingo, no Estádio Zinho Oliveira. Além de vencer, o Papão ainda terá que torcer por outros resultados para seguir na competição. 
Confira os jogadores relacionados pelo Paysandu:
Goleiros: Emerson e Marcão
Laterais: Crystian, Lucas, Pablo Wallace e Ramon
Zagueiros: Flávio, Fernando Lombardi, Gilvan e Mauro
Volantes: Ilaílson e Rodrigo Andrade
Meias: Bruno Smith, John César, Marquinho e André
Atacantes: Wanderson, Leandro Cearense 
**Fonte GloboEsporte/PA

Papão vai pra guerra

Paysandu tem a missão de vencer o Águia em Marabá, hoje, para continuar brigando por título do returno

O Paysandu encara o Águia hoje, às 16h, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá, precisando vencer para ainda tentar uma classificação para as semifinais do returno do Campeonato Paraense. A partida é válida pela quinta rodada do returno do estadual. O Papão está na terceira colocação do grupo A2, com seis pontos conquistados. O time alviceleste precisa vencer e ainda torcer por um tropeço do Paragominas, que encara o Cametá, fora de casa, para tentar seguir na disputa do segundo turno. O Águia, por sua vez, precisa da vitória para tentar se livrar do rebaixamento. 
“Nosso pensamento é vencer, classificar e, quem sabe, conquistar o segundo turno, que nos daria uma transição de um Estadual para uma Série B, para pensar nas trocas e até mesmo no treinamento para fortalecer ainda mais a nossa equipe”, disse Dado Cavalcanti.
Encarando uma verdadeira maratona de jogos, com partidas pelo Estadual e pela Copa Verde, o Papão chega a Marabá pressionado e com desfalques. O técnico bicolor, Dado Cavalcanti, quer manter uma postura ofensiva, apesar das mudanças necessárias no time. O meia Vélber, com dores na panturrilha, está em tratamento. Além dele, o atacante Bruno Veiga segue em recuperação por causa de um furúnculo; o volante Paulinho, com dores no tornozelo, também está no departamento médico. Vetados mesmo estão os meias Raphael Luz e Celsinho, além de Raí e Gualberto, e poderá integrar-se ao grupo já na próxima semana.
O desgaste, que aumenta o risco de contusões, é uma preocupação para o treinador bicolor: “Tenho feito muitas trocas e os jogadores têm dado essa resposta em campo. Com isso, acabo ganhando com as opções, mas as ausências são sentidas. Estamos chegando em momentos decisivos das competições, onde cada jogador precisa dar um pouco mais de si”, disse o treinador.
**Fonte JAmazonia