domingo, 23 de novembro de 2014

Ficha Técnica: Paysandu-PA 3X3 Macaé-RJ


Paysandu-PA 3X3 Macaé-RJ
Campeonato Brasileiro
Serie C - Final

Local: Mangueirão, Belém do Pará

Data: 22.11
Renda: R$ 1.670.710,00
Público: 37.960 presentes

Arbitro: Manoel Nunes Lopo Garrido - BA
Auxiliares: Luiz Carlos Silva Teixeira - BA e Lincoln Ribeiro Taques - MT
Cartão Amarelo: Tiago Pedra-MAC
Gols:  Zé Antônio 16' 1T, Ruan 7' 2T, Rômulo 22' 2T (PSC); João Carlos 43' 1T, João Carlos 13' 2T, Diego Corrêa 30' 2T (MAC)

Paysandu
Paulo Rafael, Fernando Lombardi, Reniê (Jeferson Maranhense) e Ricardo Capanema (Djalma), Yago Pikachu, Augusto Recife, Lenine (Rômulo), Zé Antônio e Airton, Ruan e Bruno Veiga
Técnico: Mazola JR

Macaé
Milton Raphael, Dos Santos, Leandro Cardoso, Filipe Machado e Diego Corrêa, Lucas, Gedeil, Tiago Pedra (Bruno Santos) e Marquinho (Leandro Cardoso), Juba e João Carlos (Laerte).
Técnico: Josué Teixeira

Mosaico bicolor!!! #Payxão


Maia mira a elite nacional

Novo presidente do Paysandu diz que objetivo é em dois anos levar o clube à elite do futebol nacional

O advogado Alberto Maia está prestes a assumir a condição de presidente do Paysandu. Ele exercerá a função no biênio 2015/2016, sucedendo Vandick Lima. Será o segundo mandato seguido do grupo denominado “Novos Rumos”. E o objetivo principal está listado, com antecedência: o sucesso da campanha bicolor na disputa da Série B. Maia repetiu, várias vezes, que não há mais espaço para margem de erro, considerando que o clube sofreu a queda, da Série B a C, em 2013.  
Alberto Maia tem 48 anos, milita na área desportiva e também é sócio de um escritório de advocacia. Sua história com o Paysandu está relacionada a conquistas do departamento jurídico. Este ano, passou a figurar fortemente no noticiário por ter descoberto uma irregularidade do Brasília, que ganhou do Paysandu na final da Copa Verde. Foi amplamente elogiado pela sua atuação no caso, embora a vitória jurídica ainda não esteja consumada. O fato é que este e outros episódios, de menor repercussão, apesar de não menos importantes, o alçaram à condição de candidato único a presidente do Paysandu. A eleição ocorreu na última quarta-feira e Maia teve 538 votos. Foram registrados 41 votos em branco e outros cinco nulos, em um total de 584 votantes. O universo de eleitores era de 1.311 associados. 
Antes e após das urnas confirmarem sua eleição, Alberto Maia conversou com a reportagem sobre vários assuntos. E algumas vezes, pareceu emocionado. Quando disse que o seu pai estava eufórico com o filho assumindo o clube do coração, Alberto Maia embargou a voz, pareceu lagrimar. Mas conteve a emoção para manter um discurso sério: quer que o Paysandu alcance novos objetivos, entre eles, a manutenção na Série B ou mesmo o acesso à Série A. Estruturalmente, ele falou sobre as chances de ampliar as arquibancadas do estádio da Curuzu com a construção de dois andares. Na entrevista a seguir, Maia resume o que pensa e o que projeta para que o Paysandu se afirme como a maior força do futebol do Norte.      
Desafio 
Na vida, temos que estar preparados para tudo. Claro que é um desafio enorme. Dirigir o Paysandu, que é a maior paixão futebolística do norte do país, teremos que lidar com dificuldades. Vamos aprender a conviver com elas. Tenho certeza absoluta que, com todo o grupo, com a torcida, com o sócio bicolor, iremos chegar ao objetivo comum, que é o Paysandu alcançar grandes vitórias. 
Bicolor desde criança 
Quando eu nasci, meu pai foi para o estádio e, lamentavelmente, nem acompanhou a minha mãe. Ele tinha que ver o Paysandu jogar. Nós ganhamos do nosso maior rival. Meu pai chegou na Santa Casa de Misericórdia, já com uma camisa do Paysandu. Ele dizia que eu seria um grande jogador do Paysandu. Ele errou. Não jogo nada (risos). Mas, ele acertou quando tinha certeza que eu seria um bicolor. Através do meu grande amigo, irmão, Nilton Gurjão, fui convidado para ser diretor jurídico do Paysandu. Já são 15 anos colaborando em prol do Paysandu, sem nenhuma recompensa financeira, apenas pelo amor que a gente tem pelo clube. E depois, surgiu a “Novos Rumos”. É um grupo fantástico, com jovens idôneos, com vontade de engrandecer o Paysandu. Diante disso, a gente conseguiu se engajar e fazer um grupo forte. Tenho confiança nesse grupo, tenho confiança na torcida que ela me dará condição de fazer um grande trabalho. 
Projeção de sócios-torcedores  
Com 10 mil sócios torcedores, poderemos ter um plantel melhor do que a gente imagina. Até porque eu vou tentar sempre seguir aquilo que a Novos Rumos tem de concepção de trabalho dentro do Paysandu: contratar mediante ter condições de pagar. Se tivermos 10 mil sócios adimplentes, teremos condições de fazer um time muito melhor. Não só isso. A gente tem que ser maior que o Palmeiras que hoje tem 60 mil porque a gente vê o fanatismo, o amor do torcedor por esse clube centenário. Acredito que a gente pode alcançar volumes maiores. E adianto: o Sócio Bicolor que estiver adimplente, vai participar de um sorteio. A cada mês um sócio viajará com a equipe, no mesmo hotel, mesmo avião, vai ver a partida. Ou seja, temos que prestigiar o sócio, que paga uma quantia ao clube, no sacrifício, confiando no nosso trabalho. 
Copa Verde 
Juridicamente. temos a razão. Se tecnicamente formos julgados, vamos ganhar. Se assim não for, não posso fazer nada. A situação do Naviraense, do Vélber, foram feitos do departamento jurídico. O que fazemos é algo pequeno perto das alegrias que o clube já me deu. 
Passado 
Quando sentamos junto com o Vandick para iniciar o trabalho, era bloqueio por todos os cantos. Havia funcionários com 20 meses de salário atrasados. O Vandick, com muito esforço, corrigiu. Nós poderíamos até não ter caído para a Série C (em 2013), se o Vandick tivesse se importado única e exclusivamente com o mandato dele. Não! O Vandick se preocupou com os seres humanos que fazem o Paysandu. E uma grande parte dos valores que ele poderia ter incrementado no time para jogar a Série B, ele optou por fazer pagamento de dívidas que ele herdou. É uma questão de hombridade, seriedade, de responsabilidade. 
Finanças 
Minha responsabilidade é grande. Quem pensa que pegar um time na Série B é confortável, não é. Existe gente despreparada dizendo que vamos pegar de R$ 20 a R$ 30 milhões, está equivocado. O Paysandu receberá da CBF um valor irrisório. Paysandu vai receber três milhões, desproporcional a outros clubes, como o Botafogo. Se o Botafogo cair para a Série B, parece que ganha R$ 50 milhões, então ganha 15, 20 vezes mais que o Paysandu. E por isso que estou convocando. Esses três milhões, divididos por 12 meses, dá apenas 350 mil. Descontado o valor da previdência, só vai chegar aos cofres do Paysandu 225 mil. E com esse valor, você não forma uma equipe competitiva para a Série B. Se formarmos uma equipe com 225 mil, nós vamos cair para a Série C.  O sócio-bicolor me dará tranquilidade para formar uma equipe. 
Margem de erro
Nós não podemos errar de novo. A Novos Rumos já errou uma vez. Não vou dizer errou. Lamentavelmente, o projeto não deu certo. O esforço do Vandick foi muito grande. Mas, agora temos que fazer um esforço maior, porque já sofremos uma grande decepção, a queda para a Série C. Nós não podemos fazer a nossa torcida e nós mesmos sofrer de novo. A gente vai trabalhar. 
Departamento de Futebol 
Já me reuni com o Roger Aguilera hoje, falamos sobre futebol, sobre contratação. Estamos avaliando os atletas que nos interessam, vamos renovar contratos. Isso só será feito a partir de segunda-feira. Claro, o nosso foco estava voltado única e exclusivamente para a final do campeonato. O trabalho já se iniciou e tenho certeza absoluta: com a Novos Rumos, companheiros do meu lado, com a torcida maravilhosa que vai se filiar. Confio que vamos chegar a 20 mil sócios. Com 20 mil sócios adimplentes, a arquibancada de dois andares, nem que seja de um lado, que vai custar em torno de R$ 2 milhões, eu farei. Só dependo da torcida. 
Futuro na Série B
Nunca pensei em perder um desafio. A derrota, a gente convive com ela todos os dias. Mas eu sempre entrei para ganhar. Primeiramente, precisamos ter um caixa muito bom. É fácil gritar “Fora Maia” quando o time está perdendo se ele não vai lá e não é sócio. Eu te garanto que o trabalho que vai ser feito é visando à Série A, mas manter o Paysandu com tranquilidade na Série B.
Acesso para a Série A 
Eu tava dizendo para o Vandick o seguinte: quero que Deus me coroe, para daqui a dois anos, quando estiver saindo do Paysandu, da presidência, quem sabe ele me coroe com mais um acesso. Se não conseguir em 2015, mas me mantendo na Série B, quem sabe em 2016. Quem sabe um acesso para a Série A? Vou ficar muito feliz. Acredito no trabalho, na fé e toda a minha família está do meu lado e vamos à luta.      
Mazola 
Gosto do trabalho dele, honesto e trabalhador. Precisamos ver a questão financeira. Minha ideia é fazer uma proposta e explicar a ele da sua importância no Paysandu. 
Papellin
Gosto do Papellin. Temos sim interesse em manter ele. Mas vamos precisar conversar para fazer alguns ajustes. 
Plantel 
Existem alguns jogadores que nós temos uma relação para que, após a final da Série C, no sábado, vamos reunir no domingo ou na segunda-feira para avaliar esses nomes que temos para reforçar. O mais preocupante é conversar com os atletas que nós temos para manter o elenco, para que a gente comece as competições de 2015 já com um time, com uma identidade de jogo.
**Fonte JAmazonia

Valeu, Papão! o Pará na Série B.

Mesmo com o Macaé-RJ campeão, bicolores deixam estádio com a sensação do dever cumprido

"Missão dada, missão cumprida”. A frase do técnico do Paysandu, Mazola Júnior, na entrevista coletiva de ontem à noite, resume o feito bicolor após empate por 3 a 3 com o Macaé-RJ, ontem à tarde, no Mangueirão. O título da Série C do Brasileiro ficou com o time fluminense, que tirou vantagem por ter empatado por 1 a 1, no Rio de Janeiro.
Pode ter sido a última entrevista do treinador bicolor no cargo, mas a frase dele tem um fundo de verdade, a despeito da frustração com a perda da taça diante de quase 40 mil torcedores. Mesmo depois de ter perdido em campo as três finais que disputou este ano (Parazão, Copa Verde - ainda sub judice - e Terceirona), a temporada do centenário alviazul foi superavitária.
Se não teve título, o acesso à Série B pelo menos foi uma conquista que coroou o trabalho em 2014, abrindo boas perspectivas para o ano que vem. A própria Fiel parece ter entendido assim. Após a partida, os torcedores aplaudiram os bicolores e os adversários, reconhecendo o valor do Leão fluminense.
Nas imediações do Mangueirão, o que se viu parecia um final de noite num churrasco em família, com música alta, cerveja e sorrisos. Não teve volta olímpica bicolor, mas a frustração parece ter sido pequena diante do sentido de missão cumprida.
A diretoria eleita agora tem nova missão: a Segundona vem aí.
**Fonte JAmazonia

Mazola analisa final e exalta objetivo conquistado

Treinador valorizou atuação do Macaé e conquista do acesso bicolor para a Série B

O título da Série C que bateu na trave deixou jogadores, comissão técnica e torcedores do Paysandu chateados. Apesar disso, o treinador do Papão, Mazola Júnior, foi um dos mais tranquilos e centrados ao término da jornada no Mangueirão.
Após o empate em 3 a 3 que culminou no título do Macaé, o técnico bicolor mostrou serenidade e preferiu valorizar a atuação do adversário. 'São merecedores do título. Exploraram bem nossas improvisações. Situações que nós tentamos não funcionaram. Falhamos muito', disse em entrevista para a rádio O Liberal CBN, ainda lembrando que a meta inicial foi alcançada. 'O trabalho foi feito, realizado. O principal objetivo foi conquistado', mencionou o acesso.
Nos bastidores da Curuzu, as mudanças de gestão e de rotina dentro do clube com a chegada do paulista de 49 anos são notórias e consensual. Mazola Junior também reconhece, exaltando o tamanho do Paysandu. 'Nosso trabalho serviu para reviver o clube. Foi importante nosso trabalho e nossa colocação para que a diretoria e a nossa torcida deixem de ser coitadinhos e pense grande, porque esse clube é gigantesco', contou.
Mazola Júnior chegou ao Paysandu no início do ano, para as disputas do Campeonato Paraense, Copa Verde, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro da Série C.
**Fonte Portal ORMNews

sábado, 22 de novembro de 2014

Paysandu x Macaé: Aberturas e Fechamento dos Portões, Menores, Ambulantes, Sócio e Torcidas Organizadas

Para a partida deste sábado (22), entre Paysandu x Macaé-RJ, que será realizada no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, foi determinado pela Diretoria de Segurança do Paysandu algumas medidas, quanto a entrada de torcedores, ambulantes, crianças menores de idade e das torcidas organizadas.
# MENORES DE IDADE
A entrada de menores de doze anos com identificação e acompanhados somente dos pais. De 13 até 17 devem estar acompanhados de tios, irmãos, avós, algum parente consanguíneo que tenha uma declaração assinada pelos pais e que possuem documento de identificação, de acordo com a portaria número Portaria nº 011 /2008/JIJ/GAB que Disciplina  a  entrada  e  permanência  de  crianças  e  de  adolescentes  em Estádios, Ginásios ou Campos Desportivos .(http://www.tjpa.jus.br/CMSPortal/VisualizarArquivo?idArquivo=7259).
Entrada de MENORES DE IDADE, será pelos portões A1, A3 e B3 bilheterias. Nestes portões haverá fiscalização do Juizado de Menores.

# ABERTURA DOS PORTÔES
Os portões serão abertos às 13:00h para os torcedores. Para o Sócio Bicolor, será às 14:00 h.

# TORCIDAS ORGANIZADAS
Não haverá reunião com as torcidas organizadas. As mesmas entrarão pelo portão A3 ESTACIONAMENTO, no horário de 13:00 h às 14:00 h. 

# SÓCIO BICOLOR
Funcionará até sexta-feira (21/11/2014) de 9h as 20h na Sede Social e de 9h até as 18h na Curuzú. Entrada do Sócio Bicolor será pelo portão B2 bilheteria.

# IDOSOS
Entrada dos Idosos será pelo portão B2 bilheteria.

# ENTRADA DE PNE
Entrada de PNE será pelo portão A1 Estacionamento.
# AMBULANTES
Os ambulantes entrarão pelo portão B3 bilheteria, no horário de 11:00 às 13:00 h.

# FECHAMENTO DOS PORTÕES
Os portões serão fechados após o primeiro tempo da partida, de acordo com o Estatuto do Torcedor. Após isso, a entrada será somente pelo portão B1 estacionamento.
A diretoria do Paysandu Sport Club pede, gentilmente, que os torcedores cheguem cedo ao estádio para entrarem no estádio tranquilamente. 

**Fonte Site Oficial do Paysandu

Mazola: “Será importante”

Técnico admite que título terá peso no Paysandu e em sua carreira, mas diz que “a disputa está aberta”

Quem entrevistou o treinador do Paysandu no início da temporada, observa claramente a diferença da postura de Mazola Júnior já nesta reta final da Série C do Campeonato Brasileiro. Mazola aprendeu com as críticas. Ao que parece, ele entendeu que a sinceridade exagerada e as críticas em cima de jogadores, embora com razão, não resolvem o seu problema.
Mazola mudou. Para alguns, a nova versão, marcada pela sinceridade, valorizando os atletas e o clube, foi responsável pelo ressurgimento do Paysandu na competição. Que Mazola entende de tática, é quase que um consenso. Tanto que ele reassumiu o Papão, após uma passagem turbulenta de Vica. E o time reagiu a ponto de já ter obtido o acesso e estar credenciado a conquistar o título nacional. Este sábado é um dia chave e pode coroar o trabalho do comandante.      
“Sinceramente? Vai ser importante... É um título brasileiro, não é? Mas, olha, eu tenho certeza de que vou chegar em muitas outras finais na minha carreira. Vou ganhar muitos outros títulos. Então, é uma questão de tempo. Tomara que seja agora”, ressaltou Mazola Júnior. O treinador considera que a disputa está aberta. “A questão do título, como falei, muitas coisas estão em jogo quando você chega a uma final. Muitas coisas podem acontecer, até extracampo. Aí o trabalho acaba sendo muito pouco”, afirma. Neste ano, o Paysandu foi finalista da Copa Verde, do Campeonato Paraense, mas acabou amargando a vice-colocação em ambas as competições. “Eu acho que o meu trabalho aqui, independentemente desse título, ficou muito bem marcado. O trabalho foi incontestável. Sinceramente, estou muito satisfeito com este ano aqui. Trabalhei demais. Foi um trabalho que exigiu muito do treinador. Foi compensador o acesso, principalmente. Também chegamos a todas as finais de turno, de campeonato, de tudo”, observou.
Aconteça o que acontecer, Mazola garante que terminará a temporada de cabeça erguida. “Quando você lida com uma nação, a responsabilidade é grande. Tive uma felicidade e agradeço a Deus todos os dias de dirigir o Paysandu no ano do centenário desse clube. Isso é coisa de Deus. É lógico que o acesso foi importante, assim como um eventual título. Nós sabemos que a gente vai passar e o clube vai ficar. Espero que fique bem melhor do que nós encontramos. E se o título vier, vai ser o coroamento de um grande grupo de trabalho.”
**Fonte JAmazonia

Papão nos braços da Fiel

Torcedores sentem o momento histórico e esgotam ingressos para a decisão da Série C contra o Macaé

Chegou a hora que a torcida tanto esperava depois do acesso à Série B. O momento de comemorar um título nacional. E a Fiel entendeu isso e esgotou os ingressos para o confronto de logo mais contra o Macaé-RJ, no Mangueirão, pelo segundo jogo da final da Série C. Um mar azul e branco vai empurrar a equipe que está distante desse tipo de conquista há anos. 
Quando o ex-atacante Zé Augusto selou a vitória do Paysandu contra o Avaí, em 2001, marcando o derradeiro gol da vitória por 4 a 0, o Paysandu conquistou o seu segundo título do Campeonato Brasileiro. Desde então, um hiato se estabeleceu nesta relação. O clube participou da Série A, B e da C, lutando, em geral, para evitar o rebaixamento. Em 2013, até chegou a uma semifinal da Terceira Divisão, mas amargou a eliminação. O fato é que o retorno ao lugar mais alto do pódio em um Brasileirão faz tempo que não esteve tão próximo como hoje, quando o Papão vai encarar o Macaé-RJ, pelo segundo jogo da final da Terceira Divisão, no Mangueirão, a partir das 16 horas.
Bicampeão da Segunda Divisão, o Paysandu luta pelo seu primeiro caneco da Série C. Seria um prêmio e tanto para coroar o ano do centenário do Papão. Uma vitória simples, além de um empate por 0 a 0, são resultados que têm o poder de tirar o grito de campeão brasileiro preso na garganta dos bicolores há 13 anos. Tempo demais para um clube que segura, às vezes de forma cambaleante, a condição de maior clube do futebol do Norte.
A hora chegou. E junto com ela, o nervosismo de quem tem a certeza de que vai encarar um desafio espinhoso. Recentemente, o adversário calou o estádio Castelão, eliminando o favorito e tradicional Fortaleza-CE, diante de 62 mil torcedores perplexos. Mas ninguém, em sã consciência, é capaz de dispensar o apoio dos torcedores. Ainda mais de quem é Fiel. Com um dia de antecedência, a torcida esgotou a carga de 32.240 ingressos e o Mangueirão será uma Curuzu amplificada. Pelas redes sociais, circularam bandeiras, cânticos e o que mais se viu foi a empolgação da torcida.
**Fonte JAmazonia

Ficha do Jogo: Paysandu-PA X Macaé-RJ


Paysandu-PA X Macaé-RJ
Campeonato Brasileiro
Serie C - Final

Local: Mangueirão, Belém do Pará
Data: 22.11
Hora: 16hs hora local (17hs HBV)
Ingressos: R$50 Arquibancada e R$100 cadeiras. ESGOTADOS

Arbitro: Manoel Nunes Lopo Garrido - BA
Auxiliares: Luiz Carlos Silva Teixeira - BA e Lincoln Ribeiro Taques - MT

Paysandu
Paulo Rafael, F Lombardi, Reniê (Pablo) e Ricardo Capanema, Pikachu, A Recife, Lenine, Zé Antônio e Airton, Ruan e Bruno Veiga
Técnico: Mazola Junior

Macaé
Milton Raphael, Dos Santos, Leandro Cardoso, Filipe Machado e Diego Corrêa, Lucas, Gedeil e Marquinho, Juba, Bruno Alves e João Carlos
Técnico: Josué Teixeira

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Os ingressos devem acabar ainda hoje

A procura por ingressos para a final da Série C aumentou, ontem, com os bilheteiros que trabalham na Curuzu e sede social do Papão tendo muito trabalho. Até o final das vendas do dia, às 18h, cerca de 30 mil já estavam nas mãos dos torcedores, garantindo uma renda antecipada de mais de R$ 1 milhão ao Papão.
Como a carga de entradas disponibilizada ao público é de 32.240 bilhetes, a expectativa é de que por todo o dia de hoje ela seja completamente esgotada. Ocorrendo isso, o torcedor não terá como adquirir ingresso no estádio, como aconteceu nos demais jogos do time na competição, inclusive contra o Tupi-MG, que arrastou quase 30 mil torcedores ao estádio.
Caso toda a carga seja realmente vendida, a arrecadação bruta será de R$ 1.675.750,00. Isso sem incluir as entradas destinadas ao agregados do projeto Sócio Bicolor, que entram no borderô com o valor fantasia de R$ 1.
Como se trata do último jogo oficial do Paysandu na temporada, a diretoria pretende utilizar o valor auferido na partida para saldar alguns débitos com o atual elenco, que ainda tem os meses de novembro e dezembro, além do 13º salário, para receber.
Até mesmo quem há muito deixou à Curuzu, casos de Lecheva e Zé Augusto, devem ser beneficiados. A direção bicolor já anunciou que os ex-atletas receberão o valor total das dívidas que o clube tem com eles.
**Fonte Diário do Pará