segunda-feira, 30 de março de 2015

Ficha Técnica: Clube do Remo 1X3 Paysandu


Clube do Remo 1X3 Paysandu
Campeonato Paraense 2015
4ª Rodada do Returno

Local; Mangueirão
Data: 29.03
Hora: 16hs.
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00

Arbitro: Rafael Klaus, FIFA-SP
Auxiliares: Marcelo Van Grasse, FIFA-SP e Alessandro Rocha Matos, FIFA-SP
Cartões Amarelos: Levy e Ciro Sena (Remo); Pablo e Aylon (Paysandu)
Gols: Rafael Paty (Remo) / Dão, Pikachu e Bruno Veiga (Paysandu)


Remo
Fabiano; Levy, Igor João, Ciro Sena e Jadilson; Dadá (Rony), Alberto, Felipe Macena e Eduardo Ramos; Bismark (Rafael Paty) e Val Barreto (Flávio Caça-Rato). 
Técnico: Zé Teodoro
Paysandu
Emerson; Yago Pikachu, Dão, Pablo e Marlon (Romário); Ricardo Capanema, Augusto Recife, Jhonnatan e Rogerinho (Leandro Canhoto); Bruno Veiga e Aylon. 
Técnico: Dado Cavalcanti

Paysandu domina o Remo e vence clássico no Mangueirão

Jogando melhor que o Leão, Papão fez três gols, levou um, e respirou na tabela do Parazão

No primeiro clássico Re-Pa do Campeonato Paraense 2015, deu Papão. Jogando melhor que o rival desde o começo do jogo, os bicolores bateram o Leão pelo placar de 3 a 1, ganhando um gás na briga pela classificação para a próxima fase do Parazão.
O Paysandu abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos dois minutos, com o zagueiro Dão, de cabeça. Depois, de pênalti, Pikachu aumentou a contagem. Também de pênalti, Rafael Paty descontou para o Leão. No final, Bruno Veiga deu números finais ao confronto no Mangueirão.
A vitória levou os bicolores para o segundo lugar do grupo A2, agora com seis pontos conquistados, um a menos que o líder, o Paragominas. Já o Remo segue em segundo no seu grupo, com os mesmos sete pontos do São Francisco, mas perde nos critérios de desempate.
A dupla Re-Pa volta a se enfrentar no próximo domingo (5), agora pela primeira partida da semifinal da Copa Verde. Antes disso, no meio de semana, os dois jogam pela Copa do Brasil. O Leão, na quinta-feira (2), diante do Atlético Paranaense-PR. Um dia antes, na Curuzu, o Paysandu recebe o Águia Negra-MS.
1ºTempo: Domínio bicolor e vitória parcial - Nos primeiros minutos, o esquema tático e a postura das peças usadas pelos treinadores davam mostras do que seria o primeiro tempo de Remo e Paysandu. No Leão, enquanto os três volantes armados procuravam seus respectivos espaços do gramado para marcar, os três volantes do Paysandu se apresentavam ao jogo e apareciam como elementos surpresas no ataque azulino, especialmente Augusto Recife e Jhonnatan.
Com melhor toque de bola e domínio inicial, nem demorou muito para o Paysandu abrir o placar no Mangueirão. Em cruzamento de Yago Pikachu, o zagueiro Dão subiu no terceiro andar, livre, para tocar no contrapé de Fabiano. 1 a 0.
O Remo ficou tenso com o gol sofrido, passou a errar muitos passes e dar chances claras ao rival, como na saída de bola errada do zagueiro Igor João, que deixou o atacante Aylo livre, mas não acreditou o suficiente para finalizar de maneira certa. Antes disso, no contra-ataque, Bruno Veiga já havia chutado na trave do goleiro azulino.
Com total controle do setor de meio de campo, o Clube do Remo teve que apostar nas mesmas armas do jogo contra o Gavião Kyikatejê, na última quinta, com chutes de longe e cruzamentos para a área. E o gol quase saiu com o zagueiro Ciro Sena, que testou rente a trave de Emerson.
No fim, os bicolores ainda tiveram uma grande oportunidade, com o atacante Aylon, que recebeu de Marlon e chutou da entrada da área, mas Fabiano garantiu o prejuízo mínimo no final dos primeiros 45 minutos, com vitória parcial do Paysandu.
2º Tempo: Leão tenta, mas Papão aumenta - No segundo tempo, Zé Teodoro abriu mão do esquema com três volantes, apostando nas entradas de Flávio Caça-Rato e Rony, nos lugares de Dadá e Val Barreto, deixando o jogo ainda mais aberto. Os azulinos, inclusive, foram para cima na base do abafa, mas a defesa alviceleste se segurou bem.
Com o passar do tempo, o Paysandu foi novamente tomando as rédeas no setor ofensivo, criando boas chances contra o gol de Fabiano. Assim como na primeira etapa, o gol não demorou para sair no segundo tempo, dessa vez em pênalti de Jadilson em cima do volante Jhonnatan. Na bola, Pikachu teve calma e categoria para aumentar. 2 a 0.
O segundo gol ligou o sinal amarelo no Leão, que foi para o tudo ou nada, com a entrada de Rafael Paty no time. Mas foi Flávio Caça-Rato que teve a chance de diminuir, quando recebeu na direita, dominou, e mandou um foguete, que explodiu no travessão de Emerson.
Minutos depois, Levy foi acionado na grande área e dividiu com o zagueiro Romário. O árbitro deu pênalti. O atacante Rafael Paty pediu a preferência da cobrança e não decepcionou, chutando forte e rasteiro, no canto direito do goleiro. 2 a 1.
O gol remista colocou fogo no clássico. A torcida do Paysandu ficou apreensiva, enquanto o turma do azul mais escuro cresceu e empurrou a equipe, mas logo recebeu um golpe duro. Isso por conta do terceiro gol do Bicola, marcado por Bruno Veiga, após jogada que começou em arremesso lateral e deixou a bola viva na área, fechando a conta no clássico. 3 a 1.

**Fonte Portal OPRMNews

Três vezes Paysandu

Bicolores põem o Leão na roda e voltam a estar na zona de classificação para a próxima fase do Parazão

O Paysandu foi superior ao Clube do Remo nos dois tempos da partida de ontem. O próprio treinador do Remo, Zé Teodoro, admitiu a situação, em tom de lamentação, O técnico foi demitido depois do jogo (leia mais sobre a queda do técnico na página 27). O placar de 3 a 1 para os bicolores foi justo. Ontem à tarde, no estádio Mangueirão, em jogo válido pela quarta rodada da Taça Estado do Pará, o segundo turno do Parazão, a verdade é que o Remo escapou de ser goleado. Pelo lado alviceleste, os artilheiros foram Dão, Pikachu e Bruno Veiga. Do lado remista, Rafael Paty descontou. O triunfo do Papão foi decisivo para a equipe voltar à faixa de classificação do grupo A2, ocupando a segunda colocação, com seis pontos, dois a menos que o líder Paragominas. O Paysandu ainda tem um jogo a menos. Já o Remo se segurou na segunda colocação do grupo A1, mantendo os sete pontos.      
Enquanto os torcedores ainda se ajeitavam no estádio, o lateral direito Pikachu cruzou, afastando a bola do alcance do goleiro Fabiano. O zagueiro bicolor Dão, livre de marcação, cabeceou cruzado e marcou o primeiro gol do jogo, logo aos dois minutos. Os remistas pareciam não acreditar e ficavam se questionando, apontando culpados. Atordoado, o time azulino não tomou mais gols por mero acaso. Aos quatro, Rogerinho bateu falta e Fabiano rezou para a bola sair pela linha de fundo. Aos sete, um retrato da superioridade bicolor. Em lance de tiro de meta, o pequeno Aylon ganhou a bola em cima e Bruno Veiga disparou cara a cara com Fabiano. Ele tirou do goleiro, mas o chute parou na trave. Jhonnatan também saiu em condições de finalização, bateu cruzado, mas fraco na mão de Fabiano.
O Remo só assustou após os 15 minutos. Eduardo Ramos cruzou e o zagueiro Ciro Sena cabeceou para fora. Foi, digamos, uma exceção a regra. O Papão continuou em cima, adiantando a marcação. E foi assim que uma bobeada do defensor Igor João quase termina com o segundo gol alviceleste. Igor foi negligente e deu um presente para Aylon. O bicolor passou pelo goleiro, mas Igor João se recuperou a tempo. Ao Remo, diante da fragilidade técnica e tática, restou explorar bolas paradas. Ao Paysandu, faltou um pouco de precisão, principalmente a Aylon. Em um lance de linha de fundo, Marlon rolou a bola e Aylon finalizou de primeira. Fabiano evitou o gol.
**Fonte JAmazonia

domingo, 29 de março de 2015

Jhonnatan sem meias palavras: “Se fizer gol, vou comemorar”

No total, o bicolor Jhonnatan contabiliza seis gols na carreira profissional, que se iniciou em meados de 2012. O número é razoável para bom considerando que é um volante. Destrinchando, são quatro tentos com a camisa do ex-clube, o Clube do Remo. E outros dois pelo atual clube, o Paysandu. Jhonnatan foi o último dos emblemáticos casos de travessia, expressão que denomina a mudança de ares de jogadores entre os maiores clubes do Pará - cujos estádios estão localizados, coincidentemente, na avenida Almirante Barroso, daí a expressão atravessar a avenida.
Pelo passado e presente, Jhonnatan será um dos personagens centrais do clássico de logo mais, sobretudo porque faz um papel relevante no meio-campo bicolor, atuando como um falso volante, marcando pelo setor direito, e com fôlego para se constituir como elemento surpresa. Tanto que fez dois gols recentemente com a camisa do Paysandu - o primeiro foi contra o Paragominas, e o segundo aconteceu na partida contra o Nacional-AM, pela Copa Verde. Jhonnatan pode, quem sabe, marcar contra o clube que o revelou para o mundo do futebol. De antemão, ele adianta que vai comemorar normalmente. “Comemoro, até porque hoje estou vestindo a camisa do Paysandu, o torcedor vai ao estádio para ver o gol, é o que todo mundo espera. Se eu fizer um gol contra o Remo, vou comemorar com os meus companheiros e com a torcida do Paysandu. Eu tenho que respeitar onde estou hoje”, reagiu,.
Jhonnatan também disse que a sua função é se concentrar na estratégia do treinador Dado Cavalcanti, evitando declarações estendidas sobre o ex-clube. “Já falei várias vezes que tenho um respeito pela Instituição, até porque foi o clube que me abriu as portas, então, tenho respeito, tenho amigos lá. Mas, hoje, estou no Paysandu, defendo as cores do Paysandu. Eu vou dar o meu melhor para fazer com  que o Paysandu saia vencedor”, garantiu.
**Fonte JAmazonia

Dia de debutar no clássico

Além do treinador Dado Cavalcanti, o bicolor terá outros estreantes no jogo de hoje à tarde

Dado Cavalcanti não é o único debutante no clássico-rei da Amazônia. Na provável equipe titular, há outros três jogadores que devem sentir o gosto doce, ou amargo, de disputar o jogo pela primeira vez. São o goleiro Emerson, o meia Radamés e o atacante Aylon. Dos três, Radamés falou sobre o assunto e disse que vive uma expectativa crescente. “Nunca joguei um Re x Pa, mas acredito que seja igual a um Fla-Flu, a um Grêmio e Internacional, enfim, a esses grandes jogos do Brasil. Sei como a torcida se mobiliza em dias de clássico, e estou ansioso”, frisou Radamés.
O meia do Paysandu foi político, quando questionado sobre a qualidade do time do Remo. Segundo Radamés, ele viu alguns jogos do adversário pela televisão. 
Aos 28 anos, Radamés, no entanto, sabe que não há por que temer a pressão do maior clássico da Amazônia. Criado na base do Fluminense, o carioca já atuou em clássicos na sua terra natal e citou um jogo como inesquecível. “Foi um Fluminense e Vasco em uma semifinal de Campeonato Carioca”, disse, referindo-se a uma partida de 2005, quando o volante tinha apenas 18 anos. “O jogo foi para os pênaltis e eu bati o último pênalti. Fiz o gol e a gente foi para a final. Havia 95 mil pessoas no Maracanã. O Romário jogava no Vasco”, disse, saudoso. “Tenho assistido a alguns jogos do Remo, é uma equipe de qualidade, sei dos jogadores que têm lá. É um clássico e todos virão empolgados”.
A questão é saber se o momento de instabilidade do Papão vai influenciar. Durante a semana, o presidente do clube, Alberto Maia, e a diretoria de futebol fizeram questão de se reunir com o plantel, e em tom de cobrança. “A cobrança é normal para um time grande como o Paysandu. Nem precisa dizer que vencer um clássico é sempre muito bem-vindo. Qual presidente, qual jogador que não quer ganhar um clássico?” 
**Fonte JAmazonia

sábado, 28 de março de 2015

Ficha do Jogo Clube do Remo x Paysandu


Clube do Remo X Paysandu
Campeonato Paraense 2015
4ª Rodada do Returno

Local; Mangueirão
Data: 29.03
Hora: 16hs.
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00

Arbitro: Rafael Klaus, FIFA-SP
Auxiliares: Marcelo Van Grasse, FIFA-SP e Alessandro Rocha Matos, FIFA-SP

Clube do Remo
Fabiano, Levy, Yan, Igor João, Jadílson, Alberto, Dadá, Alex Ruan, Eduardo Ramos, Bismark e Val Barreto
Técnico: Zé Teodoro

Paysandu
Emerson, Pikachu,, Dão (Marquinho), Willian Alves, Marlon, Jonhatan, Augusto Recife, Radamés, Rogerinho (Lendro Canhoto), Bruno veiga e Aylon (Sousa)
Técnico: Dado Cavalcanti

Com Rogerinho e Bruno Veiga, Dado convoca 22 jogadores do Papão

O treinador Dado Cavalcanti relacionou 22 jogadores para o clássico de domingo contra o Remo, no Mangueirão. O meia Rogerinho e o atacante Bruno Veiga, que estavam lesionados, e o goleiro Paulo Ricardo são as grandes novidades da lista. O Papão que não vai contar com o goleiro Andrey, com uma lesão na coxa, e o meia Carlinhos, expulso na última partida. 
Os bicolores devem ter pelo menos três mudanças no time titular, com Emerson, Rogerinho e Bruno Veiga ganhando as vagas de Andrey, Carlinhos e, possivelmente, Aylon. O provável time deve ter Emerson; Yago Pikachu, William Alves, Marquinhos (Dão) e Marlon; Augusto Recife, Radamés, Jhonnatan e Rogerinho; Souza e Bruno Veiga (Aylon).
Remo e Paysandu se enfrentam neste domingo, a partir das 16h, no Estádio Mangueirão, pela quarta rodada do segundo turno do Campeonato Paraense. O GloboEsporte.com acompanhará os lances em Tempo Real.
Confira os relacionados do Paysandu para o Re-Pa
Goleiros: Emerson e Paulo Ricardo.
Laterais: Yago Pikachu e Marlon.
Zagueiros: William Alves, Dão, Marquinhos, Pablo e Romário. 
Volantes: Augusto Recife, Jhonnatan, Radamés e Ricardo Capanema.
Meias: Rogerinho, Leandro Canhoto e Djalma.
Atacantes: Souza, Aylon, Bruno Veiga, Heber, Leandro Carvalho e Érico Júnior.

**Fonte GloboEsporte/PA 

Papão espanta negatividade

no centro do gramado do estádio da Curuzu, por volta das 16h30 de ontem, jogadores e comissão técnica do Paysandu fizeram uma roda antes do início do penúltimo treino antes do clássico contra o Remo, válido pela quarta rodada da Taça Estado do Pará. Como vem de derrota - que deixou o time na terceira colocação do grupo A2, fora da faixa de classificação -, o Papão sabe que precisa reagir urgentemente, sob pena de amargar outra eliminação ainda na fase classificatória do turno, e prepara terreno para isso, criando um clima ameno e cheio de boas vibrações para trabalhar. 
“Foi para mostrar que o nosso grupo está unido, que não será uma derrota que vai abalar a nossa confiança. Não será um resultado adverso que nós fará duvidar dos nossos companheiros. Temos feito boas partidas”, defendeu o atacante Bruno Veiga.
No decorrer da movimentação, um treino tático, com a presença de poucos titulares, nenhuma definição sobre o time que vai iniciar o jogo no Mangueirão foi dada. Há uma certeza, no entanto, que é a titularidade do goleiro Emerson, substituto de Andrey. O titular da posição sequer treinou defesas em um trabalho orientado pelo preparador de goleiros, Jorge Ferreira. “Temos que estar sempre preparados. Nunca sei a hora que vou entrar, por isso tiro o máximo dos treinos”, assegurou Emerson, que reconhece a pressão, mas nega que o clima na Curuzu esteja pesado ou que algo desvie a atenção do grupo. “A cobrança é grande, mas todos sabem o que temos que fazer. Com entrga, empenho, vamos ter tranquilidade e procurar a vitória”. 
Já entre as dúvidas, a provável escalação do polivalente Pablo está entre as maiores. Resta desvendar em que posição o atleta atuará. Dado Cavalcanti já observou a fragilidade do miolo de zaga do time e cogita colocar Pablo na função. No entanto, o atleta também pode ser deslocado para a lateral esquerda, barrando o titular Marlon, em má fase. Nas demais posições, especula-se que o Paysandu tem uma equipe sacramentada. Escalada no 4-4-2, os titulares mais cotados são: Emerson, Yago Pikachu, Dão, William Alves e Pablo; Augusto Recife, Radamés, Jhonnatan e Rogerinho; Aylon e Bruno Veiga. 
**Fonte JAmazonia

Novo xerifão no Paysandu

Thiago Martins chega para arrumar a zaga antes da Série B

Em meio ao clima que antecede o maior clássico do futebol paraense, a diretoria do Paysandu encontrou tempo para contratar e, em seguida, apresentar o zagueiro Thiago Martins como reforço para a sequência da temporada. Sem tempo hábil para inscrevê-lo no Campeonato Paraense e na Copa Verde, Thiago será opção para o treinador Dado Cavalcanti apenas em partidas da Copa do Brasil e, futuramente, na Série B do Campeonato Brasileiro. O defensor terá tempo para acelerar o processo de adaptação ao clube e ao clima da cidade. “Entrarei no ritmo e vou me acostumar com o calor, vai ter um tempo de adaptação legal, para estrear bem”, garantiu.
Thiago chega com a missão de reforçar um setor que não tem números bons na temporada. No Parazão, o Papão já tomou seis gols em seis jogos. Sobre a missão no Paysandu, o zagueiro considera esta uma oportunidade para se firmar no cenário nacional, já que, no Verdão, jogou pouco na equipe profissional. “Saí do Palmeiras para jogar. E aqui é uma visibilidade muito boa, a torcida é fanática. Estou feliz de estar aqui e quero brigar pela posição. Não tenho nem palavras para descrever isso”, discursou.
Outro assunto abordado na coletiva diz respeito a uma séria contusão que Thiago teve que lidar no ano passado. Em janeiro de 2014, foi detectado o rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho direito, logo após uma partida da Copa São Paulo. Ele passou meses afastado do futebol, no entanto, garante que está totalmente recuperado. “Machuquei em janeiro. Mas voltei pouco depois do meio do ano. Já estou 100%, treinando forte desde o ano passado. Fiz toda a pré-temporada no Palmeiras e um jogo amistoso. Estou me sentindo muito bem. Não tem problema nenhum”.
Thiago falou sobre a carreira, iniciada no Cruzeiro-MG, e não no São Paulo, como foi dito anteriormente. “No São Paulo fiz só testes. Passei pelo Cruzeiro e fui para o Mogi Mirim. Lá, não cheguei a ser titular, mas fui treinado pelo Dado (Cavalcanti, treinador do Paysandu). Jogamos a Copa São Paulo e, depois, ele subiu seis atletas. Eu estava entre esses seis”. No Palmeiras, ele teve espaço na categoria de base. Entre os profissionais, foi pouco acionado. “Fui ganhando experiência por meio dos treinamentos e foi ótimo jogar ao lado de atletas de alto nível”, defendeu.


Ficha Técnica
* Nome completo: Thiago Martins Bueno
* Data de nascimento: 17 de março de 1995
* Idade: 20 anos
* Local de nascimento: São Evangelista, Minas Gerais.
* Altura: 1,85 m
* Pé: Destro
* Ex-clubes: Cruzeiro-MG, Mogi Mirim-SP e Palmeiras-SP.
**Fonte JAmazonia

sexta-feira, 27 de março de 2015

Técnico bicolor quebra a cabeça para definir seu armador

As dores de cabeça de Dado Cavalcanti também envolvem outro setor imprescindível para o bom rendimento da equipe. Faltando três dias para o principal clássico do futebol paraense, o treinador não sabe quem vai escalar para pensar e organizar o jogo no setor de meio-campo. A camisa 10 carece de um herdeiro.
Nos últimos dois jogos, o meia Carlinhos assumiu a responsabilidade, contudo, alternou bons e maus momentos, não se firmando como um titular incontestável. Se não bastassem as dúvidas, Carlinhos ainda foi irresponsável, dividindo uma bola com força desproporcional, pé alto, sendo expulso no jogo contra o Independente. Carlinhos, portanto, está suspenso e fora de combate. O antigo dono da posição é Rogerinho, vítima de lesões musculares seguidas. No treino da última terça-feira, Rogerinho dividiu uma bola e saiu do treinamento mancando. Ontem, acompanhou os companheiros em um treino no campo do Kasa, em Ananindeua, e treinou normalmente. Se a questão física permitir, Rogerinho deve voltar urgentemente ao time principal. Nenhum médico alviceleste se pronunciou se há tempo para a plena recuperação do atleta.     
Outra opção para o setor é o meia Leandro Canhoto, ex-Grêmio, que também passou recentemente pelo departamento médico do clube. O velocista Djalma é o menos cotado por não ter característica de pensar o jogo. O comandante bicolor falou sobre as possibilidades. “Eu não posso colocar a carroça na frente dos bois. Vou trabalhar com as possibilidades que tenho. Leandro (Canhoto) é uma opção. Djalma é outra. Vamos avaliar, vou pensar bem. Erra hoje, erra depois, mas não podemos repetir os mesmos erros. Todo mundo tem que ficar mais esperto”, alertou Dado Cavalcanti. A relação dos atletas convocados para o clássico só sairá no sábado, 28.
**Fonte JAmazonia